domingo, 16 de julho de 2017

Usando softwares livre para artes gráficas

Você sabia que é possível criar arte final, desenhos e muitos produtos para indústria gráfica usando softwares livres como o Linux, Inkscape e Gimp?
Sim, isso é possível economia muito grande na aquisição de aplicativos e atendem com 80% dos recursos encontrados nos aplicativos pagos.
Abaixo você vê um exemplo de um arquivo que foi salvo (arte) para impressão de rótulo para testar uma máquina flexográfica banda estreita.
Caso precisem de mais dicas e informações sobre como utilizar estes recrusos é só entrarem em contato. flexonews.br@gmail.com

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Regulagem do grupo impressor - apostila gratuita

A cada nova colaboração e incentivo por parte dos patrocinadores do blog, aqueles que acreditam e contribuiem clicanco no botão DOAR ao fim da matéria e fazem suas contribuição do valor que acham justo, posso distribuir mais produtos e me incentiva ainda mais a manter e escrever este blog que muito tem ajudado a profissionais, em especial impressores e pequenos investidores (empresários) que estão no início de suas carreiras.
A pedidos de alguns impressores, que agradeço mesmo a força que estão dando para o blog, por isso esta se tornando cada vez maior e mais forte, estou diponibilizando a apostila de regulagem do grupo impressor.
Ela é separada das demais, sometne tem a base de informação de como proceder para a regulagem dos grupos impressores.

Para baixar esta apostila, clique no link abaixo.

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LINK PARA APOSTILA DE REGULAGEM DO GRUPO IMPRESSOR.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O sistema de secagem.


A flexo, como venho falado nestes últimos dias, pode ser muito bem definida de forma simples, inclusive seu sistema de secagem.
A flexografia até alguns anos atrás, e máquinas fabricadas até os dias de hoje, nem sistema de secagem possuem, a tinta seca ao sabor da absorção do substrato, evaporação e velocidade da máquina.
Mas as máquinas flexo mais modernas ou que precisam imprimir substratos como plásticos (ou não absorventes), precisam desenvolver velocidades maiores ou melhor ancoragem da tinta já possuem sistemas que aceleram a secagem.
Dos processos de secagem mais conhecidos estão:
  • Ao natural – ou seja, não há nenhum elemento que auxilie ou acelere a secagem;
  • ar quente ou frio – ventilação forçada – um sistema de ventoinhas ou ventiladores conduzem o ar para ser soprado para sobre o substrato recém-impresso. O ar pode ou não ser aquecido por resistências ou até por chama (maçaricos a gás – comum em laminadoras). O ar quente acelera a secagem;
  • IR ou Infravermelho – sistema de lâmpadas ou tubos que emitem radiação infravermelha (quente ou calor) sobre o substrato acelerando a secagem. Pode-se montar IR trabalhando em conjunto com sopradores de ar;
  • UV – radiação ultravioleta – esta radiação faz com que a tinta UV (que reage com a radiação) cure, ou seja, crie uma cadeia de moléculas ao receber a luz que seca a tinta. Em um jargão químico transforma um monômero (tinta molhada) em um polímero (tinta seca), mas claro em uma explicação bem tosca.

A também outro sistema de secagem, o Eletro Beam também conhecida como EB ou cura por feixe de elétrons (muito cara esta tecnologia), mas sem dúvida a ventilação forçada é o método mais barato e fácil de ser fabricado com menor demanda de energia conhecido e funciona muito bem tanto para banda larga quanto banda estreita para tintas a base de água e solvente.
Em banda estreita o que impera na atualidade é o sistema de secagem por UV ou Cura UV e agora ganho força com as tecnologias de UV LED, que demanda pouca energia, não são perigosas como o UV tradicional, não possuem mercúrio (metal pesado) em sua lâmpada, tem durabilidade 50vezes maior que uma lâmpada de UV normal entre outros benefícios. Mas a tinta é um pouco mais cara e deve ser muito bem fabricada pois o comprimento de onda é bem restrito nos Leds (diodo emissor de luz).
Bom UV LED fica para um próximo post, mas só de curiosidade para vocês, sabiam que já existem inúmeras impressoras digitais usando tecnologia de UV LED e tintas UV em inkjet?
É amigos, o futuro, sem dúvida, é deste pequeno diodo emissor de luz, o LED.

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27ª Serigrafia SIGN FutureTEXTIL - 2017

27ª Serigrafia SIGN FutureTEXTIL - 2017
Feira de Tecnologias e Soluções para os Mercados de Impressão e Comunicação Visual
Conhecida no mercado como o maior e mais completo palco dos lançamentos e novidades em tecnologia e soluções para os mercados de impressão e comunicação visual, a Serigrafia SIGN FutureTEXTIL volta ao Expo Center Norte com dois pavilhões, mais de 30 mil m² de área total e uma estimativa de 30 mil visitantes nos 4 dias de exposição.

Uma das mais tradiconais feiras do mercado gráfico sem dúvida é a Serigrafia Sign. Muitas novidades para produção de impressos sejam em tecidos ou para produção de rótulos e etiquetas, signs, impressão digital estão nesta feira. Visita é um dever de todo o gráfico, afinal um dos processos de impressão mais antigos do mundo, a serigrafia, merece ser contemplado.

Data:   12/07/17 até 15/07/17
Local:   Expo Center Norte
Cidade:   São Paulo - SP
Informações:   www.serigrafiasign.com.br

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Unidade de desbobinamento flexo


A unidade de desbobinamento flexo ou entrada da máquina, também chamado de área de alimentação (no caso de corrugado por exemplo) é onde a matéria-prima virgem é colocada para que seja então conduzida ao interior da máquina e processada (impressa, cortada, personalizada, etc.).
A unidade de desbobinamento, como estamos fazendo nesta série de posts, é explicada de forma simples como tendo as principais partes e acessórios.
  1. Estrutura – feita em aço onde são montadas as partes. Pode ser ferro fundido (pouco usado hoje em dia) ou chapas de ferro;
  2. eixo desbobinador – eixo em corpo de aço com diâmetro próximo ao do tubete do rolo, que em geral tem ou 3” ou 6” (três ou seis polegas) onde a bobina pode ser firmemente presa para manter o seu alinhamento e tensão. A fixação da bobina pode ser:
    1. por mandril pneumático – onde elementos são inflados no corpo do eixo e prendem o interior do tubete com grande pressão (expandem no interior do tubete da bobina);
    2. Por cone fixação na lateral – também chamado de abacaxi são dois cones de aço que são forçados na lateral do tubete em direção ao centro prendendo a bobina;
    3. Por travamento mecânico excêntrico onde um pino, guia, mola ou pequeno eixo trava a bobina por sair do centro. Este travamento mecânico tem uma característica interessante, quanto mais se puxa a bobina para o desbobinamento aliado ao travamento (freio) mais se trava a bobina, por outro lado, girando no sentido contrário apenas ¼ de volta o material (bobina ou tubete) é liberado sem dificuldades.
  3. Sistema de freio ou fricção – responsável por manter a bobina frenada ou com tensão suficiente no material mantendo-o esticado sem estirar ou alongar e também sem romper. Ele também permite que a bobina não fique girando após cessar o tracionamento da alimentação;
  4. Rolos guias – permitem alinhar e manter o material tensionado.

Além disso desbobinadores possuem mancais com ou sem rolamentos onde os eixos são apoiados. Quando não temos rolamentos os mancais podem ser feitos de material de baixo atrito como bronze ou nylon. Também em equipamentos mais modernos podemos ter ainda:
  • Mesa de emenda – para facilitar a união entre o material em máquina e a bobina que está sendo colocada em máquina – comum em equipamentos modulares banda estreita;
  • Sistema de fim de bobina – sistema eletrônico ou até mesmo mecânico para desligamento ou parada da máquina ao fim da bobina;
  • Sistema de detecção de ruptura – quando o material quebra ou arrebenta em máquina ele detecta e faz uma parada de emergência;
  • Células de carga ou sensores de diâmetro – utilizados para e em conjunto com o sistema de freios controlar a tensão;
  • Elevador de bobina – para facilitar a colocação de bobinas de grandes formatos e peso no desbobinador;
  • Trocas automáticas ou alimentador automático – conjunto de dois ou mais desbobinadores que funcionam independentes um do outro e se auto posicionam para sem que a máquina pare trocar a bobina, emendando o material e fluindo a nova bobina sem paradas ou diminuição de velocidade.
Estas são as características básicas de um desbobinador comum em flexográficas de bobina que são as máquinas de etiquetas, rótulos, embalagens. Já a máquina de corrugado, que imprime a partir de chapas esta configuração muda, mas é assunto para um próximo post.

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

O grupo Impressor flexo


O grupo impressor ou unidade de impressão flexográfio é bem simples também.
Ele é muito mais simples e com muito menos peças que os grupos ou estações de impressão offset e lettepress que precisam de vários rolos e cilindros para distribuir tintas.
Em flexografia precisamos de, em uma configuração mais tradicional, um rolo pescador ou tomador, um dosador de tinta e um tinteiro, o resto faz parte da máquina ou esta diretamente ligado ao desenvolvimento da embalagem ou rótulo que é a ferramenta Porta Clichês.
Grupo tradicional típico (encontrado em máquinas flexo banda estreita e banda larga, modular, tambor central e stack).
  1. Tinteiro – um recipiente onde é depositado a tinta líquida. É normalmente feita de aço inox por ser mais durável e fácil de limpar. Não é raro mais se pode achar feitos em alumínio e até latão nas máquinas mais antigas como Brasibérica;
  2. Rolo pescado ou tomador – é o rolo de borracha do tinteiro. A função dele é ficar imerso parcialmente na tinta que está no tinteiro e sua função e transportar a tinta até o cilindro dosador Anilox;
  3. Anilox ou dosador – cilindro gravado com células (alvéolos) que são pequenos furinhos onde a tinta é alojada e dosada em volume e forma uma fina película para ser transportada até o clichê (forma de impressão) que está fixada no cilindro porta clichês;
  4. Cilindro porta clichês (ferramenta) – é usado para fixar o clichê. É considerado ferramenta devido seu uso estar diretamente ligado ao comprimento de impressão que se deseja obter. A escolha do diâmetro e por consequência perímetro que este proporciona determina o tamanho máximo de comprimento da embalagem ou rótulo. Maior diâmetro maior será o perímetro e por consequência o comprimento de impressão e vice-versa. Através do perímetro trabalhamos com seus múltiplos sendo que podemos dividir inúmeras vezes um comprimento (repeat) até obter o tamanho que desejamos. Nestes casos teríamos uma, duas, três, ….N, imagens distribuídas na circunferência (perímetro). Cada máquina possui um mínimo e máximo de diâmetro de porta clichês possíveis de serem intercambiados;
  5. Contra pressão – pode ser no sistema satélite (IC ou tambor central) que indica que um único padrão é utilizado para todos os grupos impressores que estão dispostos ao seu redor. Individuais – no caso de modulares e stack possuem em geral um contra pressão para cada grupo impressor e compartilhados onde um contra pressão é compartilhado em geral com dois grupos impressores (stacks normalmente possuem esta configuração).

Esta é a configuração mais simples e comum encontrada de grupo impressor flexo. Note que a flexo pode ser comparada muito toscamente a um carimbo onde:
  • O tinteiro é a almofada do carimbo;
  • O dosador é o tipo de tecido da almofada de carimbo, quanto mais fino e de trama fechada mais uniforme é a distribuição da tinta;
  • O porto clichês é a base de madeira do carimbo;
  • O clichê é a borrachinha do carimbo onde estão os caracteres e imagens;
  • O substrato é o papel ou qualquer material onde se vai marcar com ele;
  • O contra pressão é a mesa ou qualquer superfície de apoio do material.
Viram, é muito simples a flexografia, até de explicar.
Qual outro processo de impressão permite uma explicação tão simples como esta?
Quer saber mais?
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terça-feira, 4 de julho de 2017

Entendendo a impressora Flexogáfica (estrutura)


As máquinas flexográficas são equipamentos gráficos até bastante simples se comparados com offsets, letterpress e mais recentemente impressoras digitais.
Mas deixemos de lado as digitais ainda, mesmo sabendo que aos poucos ela está “engolindo” muitos setores da indústria gráfica e em um futuro não muito distante teremos muito mais gráficas digitais que tradicionais.
Mas vamos lá, voltemos a flexografia.
As máquinas flexo, seja banda larga ou banda estreita basicamente são estruturas de aço, antigamente usava-se muito ferro fundido hoje abandonado pelos fabricantes, com eixos, cilindros, buchas, rolamentos, alguns componentes elétricos, uma ou outra coisinha eletrônica, resistências e alguns botões de comando. Há não podemos esquecer de um ou mais motores elétricos para garantir que a máquina “rode” é claro.
Mas os equipamentos podem ser definidos por algumas partes como seguem:
  1. Chassi ou estrutura – é o corpo da máquina propriamente dito
  2. Entrada ou alimentador – local onde colocamos a bobina virgem no caso de flexo de rolo ou chapas no caso de caixas de papelão. Isso mesmo, caixas de papelão são impressas em flexo também;
  3. Guias – rolos que conduzem o material para o interior da máquina, garantem que o material mantenha o alinhamento e a tensão;
  4. Grupo impressor – é o sistema de impressão propriamente dito, onde encontramos o contra pressão, o anilox, pescador, tinteiro, porta clichês e todo o mecanismo de regulagem;
  5. sistema de secagem – seja por radiação UV (ultravioleta), ar quente ou frio, radiação infrared (infravermelha) é o sistema responsável por fazer a tinta “secar” antes de receber outra cor sobre a anterior ou antes do rebobinamento;
  6. Sistema de rebobinamento ou saída – é onde a bobina sai acabada e é rebobinada.

Pois é amigos, o sistema de flexografia é basicamente isso. Claro que há máquinas com mais acessórios e capazes de realizar outras tarefas em conjunto e ao mesmo tempo, como as de etiquetas adesivas que tem o sistema de corte (troquelado) e as de caixas de papelão que recortam a caixa ao mesmo tempo que realizam a impressão.
Há outras que agregam outros sistemas de impressão ou personalização como hot-stamping, cold-stamping, serigrafia (silk-screen), ink jet, etc.
Mas isso é assunto para o próximo post.

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